sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
1976 - Olha a carrada de enxapotas
Foi assim no começo, limparam~se as árvores, limpou-se o terreno e a seara brotou. A união fez a força.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
José de Matos Elias
( Esta foto foi cedida gentilmente por Maria Jacinta )
José de Matos Elias, junto à sua casa, onde sempre o conheci, com sua esposa, a ti Umbelina, e seus filhos, Eduardo, Francisco, António, Ermelinda, Maria de Matos, Aldina e Adília. Como os recordo com saudade, fui criado junto a eles, sempre me acarinharam. Ti Zé de Matos, duro no trabalho, tão explorado foi. Tanta terra que cavou, também fez parte da quadrilha de tosquiadores da aldeia. Trabalhou muito como hortelão.
Como recordo aquelas histórias rocambolescas que ele contava, como se se tivessem passado na realidade, ele brincava com essas histórias. Contava ele: certa vez estava sentado, debaixo duma grande trovoada, caiu-me um perigo entre os joelhos, mas só me chamuscou as calças, outra vez semeando pepinos lá na horta, olho para trás e vi já pepinos do tamanho da minha Aldina, enfim, histórias que só ele sabia contar. Férias, reforma, médico, etc. nunca soube o que era isso.
Aqui fica esta pequena homenagem, fazendo jus ao objectivo deste blog.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Pessoas da minha aldeia
( Esta fotografia foi cedida gentilmente por Maria Jacinta )
Maria Cecília, Manuel Lourenço, Maria Jacinta, Elza, Mariana Mendes, Leonor e Maria Fernanda Candeias
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Algumas Comissões Administrativas da herdade do Povo dos Aivados:
1934
Joaquim Albino, José Anacleto Júnior, Jacinto Nobre, Custódio Guerreiro e José Rochinha
...........................
1946, 1947, 1948
1949, 1950, 1951
Manuel Joaquim Nobre, Baltazar Mendes Parreira e Manuel Romão Albino
..........................
1952 - 1953 - 1954
Manuel Candeias Belchior, Eduardo Cristina e Francisco Sobral
............................
1955 - 1956 - 1957
Manuel Carlos, Manuel Guerreiro e António Arsénio
..............................
1958 - 1959 - 1960
António Guerreiro de Matos, António Joaquim Nobre e Manuel Mendinhos
...............................
1961 - 1962 - 1963
José Chaveiro, José Elias e Frederico Farias Gonçalves
...............................
1964 - 1965 - 1966
José Jacinto Urbano, José Joaquim Nobre e Francisco de Matos
................................
1967 - 1968 - 1969
1970 - 1971 - 1972
José António Mateus, Leonel José Joaquim e Jacinto Madeira
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1973 - 1974 - 1975
Manuel António Venâncio, António Nobre e José Guerreiro de Matos
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Se alguém tiver conhecimento de algumas comissões anteriores a estas, agradeço imenso a sua indicação.
1934
Joaquim Albino, José Anacleto Júnior, Jacinto Nobre, Custódio Guerreiro e José Rochinha
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1946, 1947, 1948
1949, 1950, 1951
Manuel Joaquim Nobre, Baltazar Mendes Parreira e Manuel Romão Albino
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1952 - 1953 - 1954
Manuel Candeias Belchior, Eduardo Cristina e Francisco Sobral
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1955 - 1956 - 1957
Manuel Carlos, Manuel Guerreiro e António Arsénio
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1958 - 1959 - 1960
António Guerreiro de Matos, António Joaquim Nobre e Manuel Mendinhos
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1961 - 1962 - 1963
José Chaveiro, José Elias e Frederico Farias Gonçalves
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1964 - 1965 - 1966
José Jacinto Urbano, José Joaquim Nobre e Francisco de Matos
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1967 - 1968 - 1969
1970 - 1971 - 1972
José António Mateus, Leonel José Joaquim e Jacinto Madeira
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1973 - 1974 - 1975
Manuel António Venâncio, António Nobre e José Guerreiro de Matos
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Se alguém tiver conhecimento de algumas comissões anteriores a estas, agradeço imenso a sua indicação.
sábado, 4 de dezembro de 2010
O prédio Alto
Era o único de 1º.andar existente na aldeia, era pertença de Manuel António dos Santos e de sua esposa Ana dos Santos, ali criaram suas filhas Maria, Graciete e Natália. Senhor Manuel era vendedor ambulante de fazendas, vendendo pelos montes, chegava a estar uma semana fora de casa. O transporte era um veículo de tracção animal. Quando ele faleceu a família abalou da aldeia à procura de melhores condições.
A casa ficou abandonada e com o tempo foi-se degradando até ameaçar perigo para o público, pelo que a Câmara, contactando os herdeiros, optou pela demolição, hoje só resta o terreno que continua a ser pertença dos legítimos proprietários. Junto ao respectivo prédio foi a casa da ti Maria Metildes, adquirida pela sr.Manuel, que também foi demolida.
Susana e Zézinha Matos, duas irmãs descendentes de Aivadenses. Obrigado pela foto, com esta colaboração vamos dando a conhecer aos mais novos o passado da nossa aldeia e os mais velhos vão recordando.
Esta rua hoje de nome Maria Lemos, logo à esquerda a casa de José de Matos Elias, personagem que em breve divulgarei neste blog, a seguir a casa hoje de José Soares e de Leonor, ao fundo o prédio alto, como era conhecido.
Aivados ainda canta
Aivados Baixo Alentejo
Gente de boa garganta
Viemos dizer cantando
Aivados ainda canta
Aivados ainda canta
Gente que eu mais invejo
No concelho de Castro Verde
Aivados Baixo Alentejo
Gente de boa garganta
Viemos dizer cantando
Aivados ainda canta
Aivados ainda canta
Gente que eu mais invejo
No concelho de Castro Verde
Aivados Baixo Alentejo
Moda de Aivados aqui recordada por Susana Matos
Obrigado.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Festas de S.Miguel - 2006 - Castro Verde
Aivados tomou parte nas festas de S.Miguel, Maio de 2006, com sua santinha, Nossa Senhora da Boa Viagem.












